Minha
visão de: CIDADES DE PAPEL, de John Green
Creio
que se encaixaria perfeitamente se eu definisse o livro desta maneira: 70%
investigação, 25% aventura e 5% romance. Um mix de tudo um pouco.
Q
(Quentin) e Margo Roth Spiegelman são vizinhos desde criança e frequentam a
mesma escola. Q sempre foi apaixonado por Margo.
Margo
era aquela garota popular e perfeita, que namorava um cara popular e também
perfeito, jogador de beisebol da escola. Já Q era um nerd apaixonado e com dois
melhores amigos, Radar, que é viciado em computação e possui uma página na web,
tipo WikiPédia e Ben, conhecido no colégio como Mija-Sangue e muito comédia.
Em
uma noite Margo adentra a janela de Q e o convida para uma aventura um tanto
quanto estranha. Porém, algo acontece, no dia seguinte Margo não vai para a
escola, e nem no dia seguinte, e nem no seguinte....
Margo
Roth sumiu! Ninguém sabe seu paradeiro!
Porem
antes de desaparecer, a garota deixa pistas, um tanto quanto estranhas e
confusas. Ela fugiu, mas ao que tudo indica, ela quer ser achada. Q e seus
amigos partem em busca de decifrar os enigmas e achar Margo. Viva ou Morta.
É um
tipo de livro que a cada capitulo você quer continuar a ler e fica apreensivo
pelo que está por vir. Difícil interromper essa leitura.
Como
eu disse anteriormente, o livro é a maior parte investigação e cheio de enigmas
a serem desvendados. Também conta a rotina de garotos na faixa de 17 e 18 anos,
na escola, em plena véspera de formatura, tentativas de convites para o baile,
festas com regada a muita cerveja e uma boa pitada de aventura e molecagem.
A
escrita é muito gostosa e muito prazerosa. Fácil de se entender e fácil também
de se simpatizar com alguns personagens.
“A prosa de Green é impressionante – de
gírias e palavrões hilários e intelectuais a filosofias complexas e observações
verdadeiras e devastadoras.” – School Library Journal

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