terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Cidade de Papel


Minha visão de: CIDADES DE PAPEL, de John Green

Creio que se encaixaria perfeitamente se eu definisse o livro desta maneira: 70% investigação, 25% aventura e 5% romance. Um mix de tudo um pouco.
Q (Quentin) e Margo Roth Spiegelman são vizinhos desde criança e frequentam a mesma escola. Q sempre foi apaixonado por Margo.

Margo era aquela garota popular e perfeita, que namorava um cara popular e também perfeito, jogador de beisebol da escola. Já Q era um nerd apaixonado e com dois melhores amigos, Radar, que é viciado em computação e possui uma página na web, tipo WikiPédia e Ben, conhecido no colégio como Mija-Sangue e muito comédia.

Em uma noite Margo adentra a janela de Q e o convida para uma aventura um tanto quanto estranha. Porém, algo acontece, no dia seguinte Margo não vai para a escola, e nem no dia seguinte, e nem no seguinte....
Margo Roth sumiu! Ninguém sabe seu paradeiro!

Porem antes de desaparecer, a garota deixa pistas, um tanto quanto estranhas e confusas. Ela fugiu, mas ao que tudo indica, ela quer ser achada. Q e seus amigos partem em busca de decifrar os enigmas e achar Margo. Viva ou Morta.
É um tipo de livro que a cada capitulo você quer continuar a ler e fica apreensivo pelo que está por vir. Difícil interromper essa leitura.

Como eu disse anteriormente, o livro é a maior parte investigação e cheio de enigmas a serem desvendados. Também conta a rotina de garotos na faixa de 17 e 18 anos, na escola, em plena véspera de formatura, tentativas de convites para o baile, festas com regada a muita cerveja e uma boa pitada de aventura e molecagem.

A escrita é muito gostosa e muito prazerosa. Fácil de se entender e fácil também de se simpatizar com alguns personagens.

“A prosa de Green é impressionante – de gírias e palavrões hilários e intelectuais a filosofias complexas e observações verdadeiras e devastadoras.” – School Library Journal


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