A lua brilhava no olho do cavalinho de balanço, e também no olho do ratinho, quando Tolly o tirava de sob o travesseiro para admirá-lo. O relógio fazia tiquetaque e, no meio do silêncio, ele pensou ouvir o som de pezinhos nus correndo pelo chão, depois risadas e cochichos, e então um ruido como se alguém estivesse folheando as páginas de um grande livro.
Lucy M. Boston, As crianças de Green Knowe
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